Conspiração e Poder (Truth – 2015)

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Se você não conhece este Conspiração e Poder, existem duas razões principais: a qualidade da produção e, em especial, outro filme com temática semelhante. A produção foi lançada nos Estados Unidos no mesmo período que Spotlight. A comparação foi inevitável e cruel. Duas obras inspiradas em fatos reais sobre jornalismo. Uma exultante e outra trágica. Além da abordagem, o que mais incomodou, porém, foi o partidarismo do diretor e roteirista.

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Tudo Vai Ficar Bem (Every Thing Will Be Fine – 2015)

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Filmes do Wim Wenders são sempre um evento. Ainda mais quando ele não faz documentários. Dono de uma sensibilidade única, o diretor alemão sabe criar visuais do simples. Por isso surgiu uma expectativa muito alta quando ele lançou este Tudo Vai Ficar Bem, que passou por aqui no começo do ano.

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Precisamos Falar do Assédio (2016)

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Documentários são filmes diferentes, mas são filmes. E como tal eles trabalham com conceitos e mensagens que podem ser muito fortes. Podem ser divertidos ou chatos. Podem ser inteligentes e lentos. Podem ser rápidos e incômodos. Infelizmente, eles com frequência não têm narrativa. O que, deve-se dizer adiantado, não é obrigatório para filmes.

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The Fundamentals of Caring (Amizades Improváveis – 2016)

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Eis um caso curioso: a Netflix compra os direito de distribuição de um filme independente exibido no festival de Sundance. O material de baixo orçamento provavelmente consegue mais visibilidade no lançamento em streamming do que se tivesse sido comprado por uma distribuidora comum. Assim, The Fundamentals of Caring (o nome em português está apenas no IMDB) chamou a atenção de muita gente.

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Café Society (2016)

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Woody Allen é um desses diretores curiosos que sempre acertam. Alguns filmes desses realizadores não são queridos pelo público ou pela crítica por não manterem o nível das melhores obras deles. Mas é sempre inquestionável: os piores filmes de Allen ainda são bons filmes.

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Águas Rasas (The Shallows – 2016)

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Filmes de tubarão não são novidades desde o famoso dirigido pelo Steven Spielberg. Existe uma razão para esses peixes participarem do imaginário popular. A água já não é o ambiente mais convidativo para humanos, com um ser que nada rápido e mata ao puxar para baixo, o oceano se torna aterrorizante. Por algum motivo, é possível contar nos dedos os bons filmes com essas criaturas.

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O Homem nas Trevas (Don’t Breathe – 2016)

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Raramente filmes de terror são criativos. O que é uma pena quando se considera o peso da criatividade no gênero. Desde a imaginação de monstros e criaturas a novas formas de arranhar o subconsciente humano. Um filme como O Homem nas Trevas, que encontra monstruosidade em um tema diferente do padrão é um motivo para comemorar.

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Nerve: Um Jogo Sem Regras (Nerve – 2016)

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Nerve é um filme curioso. Chegou sem chamar a atenção com duas estrelas de cinema que também são conhecidas por serem parentes de outras celebridades (Emma Roberts, sobrinha da Julia Roberts, e Dave Franco, irmão mais novo do James Franco). As cores azuis e rosa dominavam o material de divulgação com os nomes da dupla estampados. Parecia um longa de linguagem jovem sem muito a acrescentar. Vale lembrar do velho ditado: nunca julgue um livro pela capa.

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Maria Antonieta (2006): A Rainha Pop de Coppola?

Crítica por Karina Berardo. Maria Antonieta com roupas casuais.jpg

Com viés adolescente, Sofia Coppola apresentou ao público, em 2006, a última rainha da França, com o filme “Marie Antoinette”. A diretora, filha de Francis Ford Coppola (da trilogia O poderoso chefão), começou a carreira como atriz, ainda criança. A primeira atuação de destaque, pela qual recebeu duras críticas, foi em 1990, em O Poderoso Chefão 3, dirigido pelo pai. O mesmo aconteceu em 1999, quando atuou no filme Star Wars Episódio I: A Ameaça Fantasma, de George Lucas.

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Ben-Hur (1959)

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Ei-lo. O maior dos épicos clássicos. Uma das produções mais grandiosas já feitas. O vencedor de mais Oscars até o Titanic, que surgiu mais de trinta anos depois. Um filme tão grandioso e com tanta nostalgia que as pessoas se sentem intimidadas a gostarem dele. Tanto que poucos lembram que ele é um remake e julgam a refilmagem recente por isso.

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