Mundo da Mari – Tinker Bell: Fadas e Piratas

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Esse filme estreou nos cinemas na última sexta sem alardes. E sem criar muita expectativa, ontem Mari e eu fomos assisti-lo em companhia de uma tia e seus dois filhos, uma menina de 4 e um menininho de 2 anos e meio. Três gerações de crianças assistindo juntas ao filme.

A minha falta de ânimo para ver essa animação se deve ao seus antecessores. Não que eu não tenha gostado das histórias sobre a vida da Tinker Bell separada do contexto do Peter Pan e da Terra do Nunca. Apenas me incomoda um pouco os outros personagens não aparecerem.

O título da franquia na versão brasileira também é algo que me causa grande desapontamento, Tinker Bell. Por que não Sininho aqui no Brasil? Seria mais adequado e faria jus à infância de milhares de pessoas que cresceram sabendo exatamente quem era a fadinha.

Minha pouca fé ao ir assistir ao filme resultou em uma grata surpresa. Tinker Bell: Fadas e Piratas (The Pirate Fairy), nos traz mais uma vez a querida fadinha e suas amigas. Nessa nova história temos Zarina, uma fadinha muito questionadora. Ela vive fazendo experimentos com o pózinho mágico, os quais guarda a fim de conhecer sua origem e suas propriedades. Mas nenhum de seus iguais tem o mesmo interesse. Quando uma de suas experiências dá errado, ela perde seu cargo e resolve ir embora. Passa-se um ano e ela volta para roubar a matéria-prima que dá origem ao pó mágico tendo em vista um grande projeto e ajudada por piratas. Tinker Bell e suas amigas vão atrás para reaver o pó azul. Dois novos personagens são introduzidos nessa nova história. James, o jovem e futuro capitão gancho, e seu futuro algoz, o crocodilo tic-tac.

Tinker e suas companheiras saindo para salvar o dia.

Tinker e suas companheiras saindo para salvar o dia.

Minha tia e eu vibramos quando nos demos conta disso, pois uma história da nossa infância estava ali sendo apresentada aos nossos filhos. O filme dá margem para continuações, e quem sabe a presença de Wendy, Peter Pan e os Garotos Perdidos. Não custa sonhar.

Com uma duração média, não foi nem um pouco cansativo para as crianças. Aprovado pelos pequenos e pelos adultos. Não é exatamente um filme para muitas risadas, mas em alguns momentos há alguma comicidade. Um bom entretenimento para o fim de semana.

 

Grande Beijo!

Sobre Aysla de Oliveira

De essência ímpar, feminista, amiga, justiceira em tempo integral e mamãe da Mari.
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