Os Guardiões (Zashchitniki – 2017)

Guardians 5

Na Guerra Fria, uma organização soviética chamada Patriot criou uma equipe de sobre-humanos para auxiliar nas disputas. No entanto, problemas aconteceram e eles precisaram esconder as próprias identidades e se isolar por décadas. No entanto, um vilão – que também é o criador deles – está determinado a dominar a sociedade, e a reunião do antigo grupo é necessária para que o mundo permaneça intacto.

Os Guardiões é dirigido por Sarik Andreasyan, com roteiro de Andrey Gavrilov. Fazem parte do elenco os atores Sanjar Madi, Alina Lanina, Valeriya Shkirando e Stanislav Shirin.

Guardians 2

O filme, de origem russa, chega ao Brasil com dublagem em inglês. Recurso que foi feito de modo descuidado, visto que diversas vezes as bocas dos atores se movem, mas nenhum som é emitido. Foi uma péssima escolha. Seria válido simplesmente deixar o áudio original.

As atuações, não sei se também por terem sido prejudicadas pela dublagem, são desastrosas. Elas e o roteiro chegam a ser risíveis de tão mal feitos. Para um filme que aparentemente tenta tratar alguns assuntos com seriedade, é no mínimo estranho o resultado ser diversas risadas do público.

Guardians 3

O grande vilão da trama, o cientista com fome de poder Avgust Kuratov (Shirin, na foto acima), é uma figura que também é mais engraçada que medonha. Elena Larina (Shkirando), a major responsável pela missão que reúne os Guardiões para impedir a concretização dos planos maléficos, é uma personagem incoerente, visto que parece seguir o “coração” frequentemente.

Os efeitos especiais não são bons, mas isso não é um problema para o todo. A verdadeira grande falha do filme é o roteiro, que recorre a soluções e falas bregas (muitas vezes clichês) para problemas relativamente sérios. A sonoplastia também não ajuda a assistir ao filme com seriedade e causa risos. E aparentemente haverá uma sequência.

Sobre Deborah Novais

Eterna perdida nos próprios pensamentos e sonhos, que ainda acredita em um mundo melhor. Louca que escolheu o Jornalismo como forma de ganhar a vida, mas nutre por ele sentimentos conflitantes. O amor pelas diversas formas de arte a acompanha desde que se entende por gente. Não troca Netflix, cinema, shows e teatro por quase nada.
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