1001 Filmes #48 – A Idade do Ouro

casal nas cadeiras

O cinema de Luis Buñuel é maravilhoso, mas criou um precedente complicado. Com o cinema surrealista, ele fazia filmes que evocavam emoções e sensações, mas sem narrativa clara. É metáfora pura, que tem significados subjetivos e fala mais sobre o espectador que sobre a produção em si.

Entre momentos diferentes da trama há um documentário sobre escorpiões na abertura; uma vaca em uma cama; bispos pregam em uma praia antes de morrerem e se decomporem na mesma posição; e até uma orgia promovida pelo Marques de Sade que envolve a participação de Jesus. Tudo isso em torno da tentativa de dois amantes de conseguirem ficar juntos.

Segundo o próprio diretor, é um filme sobre sensualidade e a iminência da morte. Parece também uma crítica a pensamentos conservadores contra a sexualidade humana. Mas como foi dito antes, essa leitura diz mais sobre quem escreveu este texto que sobre o filme. Assista abaixo completo no youtube com legendas em inglês.

Sobre Vina

Publicitário frustrado, editor, cinegrafista, assistente e sonhador. Cinema é algo que não se entende completamente. Sempre se estuda.
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