A Justiceira (Peppermint – 2018)

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Mais um filme de justiceiro chega às salas de cinema. Desta vez, a personagem principal é uma mulher agindo em vingança. Será apenas mais um do gênero para a lista, ou o filme realmente tem um diferencial?

 O longa-metragem é protagonizado por Jennifer Garner, a eterna Jenna Rink de De Repente 30. Os papéis dos coadjuvantes são interpretados por atores como John Gallagher Jr. (Rua Cloverfield, 10), Juan Pablo Raba (Os 33), Jeff Hephner, John Ortiz (O Lado Bom da Vida), Annie Ilonzeh (Arrow) e Cailey Fleming (Star Wars: O Despertar da Força). O diretor é Pierre Morel, com um currículo voltado principalmente para o gênero de ação, com nomes como Busca Implacável e O Franco-Atirador.

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Apesar de enfrentar algumas dificuldades financeiras, Riley North vive feliz com o marido e a filha. Tudo muda quando eles são assassinados e ela sobrevive. Apesar de ela ter identificado os criminosos, eles são liberados após julgamento. Cinco anos depois e com muito treinamento, a mulher reaparece com sede de vingança por todos os responsáveis pela destruição da família.

Jennifer Garner está ótima na produção e consegue envolver o espectador com o trabalho. No geral, as outras atuações se mantêm na média, com exceção da fofa Cailey Fleming, a mini Rey da nova trilogia de Star Wars. O roteiro de Chad St. John (Invasão a Londres) tem algumas falhas, como a inserção de uma reviravolta óbvia. Ainda assim, entretém.

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O filme tem uma duração suficiente, de 1h40, para transmitir tudo que precisa, diferente de outros do gênero que apostam em mais de 120 minutos e acabam gerando uma sensação de cansaço no público. A ação é desenvolvida de uma boa forma, e ter uma mulher no protagonismo deixa o filme ainda mais interessante. A impressão é de que o tempo passa rápido enquanto quem assiste torce pelas proezas de Riley e sai satisfeito da sala.

Sobre Deborah Novais

Eterna perdida nos próprios pensamentos e sonhos, que ainda acredita em um mundo melhor. Louca que escolheu o Jornalismo como forma de ganhar a vida, mas nutre por ele sentimentos conflitantes. O amor pelas diversas formas de arte a acompanha desde que se entende por gente. Não troca Netflix, cinema, shows e teatro por quase nada.
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